E quando tudo começou...

domingo, 28 de dezembro de 2008

Homens certinhos que dançam...


Homens certinhos que dançam...


“- Porque os certinhos são os que mais dançam nas mãos das vadias?”

Após perceber que a dor de amar nunca tem nome

E que até mesmo te vejo lamentar a dor de muitos amores perdidos...

Posso talvez, afirmar que nunca soube escolher.

E no dia que não preservou perdeu o que melhor escolheu.

Na busca pelo perfeito esqueceu alguém nas sombras da sua vaidade.

E não adianta dizer que existe o “Rei das Vadias”.

Eles sempre acabam como “Bobos da Côrte”.

Agora talvez, tema durante seu ócio na eterna busca pelo perfeito

Como um dia me disseram lamentando a perda:

“Os certinhos são os que mais dançam nas mãos das vadias...”

Pena que não fui uma.

Talvez, tivesse tido sorte, pois “meninas legais também dançam nas mãos dos “cafas!”

Sim, dos cafajestes que se passam por certinhos. Mudaremos?

Não, nossa natureza é superior! Pertencemos a outro quilate...

Embora sempre na busca pelo perfeito apaixonamo-nos pelo imperfeito,

Buscando tentar modificá-los ou até mesmo mostrar nossos reais valores.

Então, um dia quem sabe de tanto se dar mal

Aprenderemos a fazer as “vadias” e os “cafas” se encontrarem?

Então, os “certinhos” e as “meninas legais” como num rompante de vingança

Sorrirão e abrirão ás portas para um novo começo!

Malu Freitas


PS: Ontem num papo informal com um amigo que a pouco tempo se tornou um confidente e que apesar da distância sempre estamos a por os papos intelectuais em dias, ele me mandou a seguinte frase: "- “Os certinhos são os que mais dançam nas mãos das vadias...” *Confesso que na hora (após tantas experiências similares com outros amigos que possuem a mesma teoria, copiei a frase e resolvi dissertá-la favorecendo todos os lados.

Minha Proposta: Que tal a partir de agora passarmos a apresentar todos os "cafas" a todas as "vadias"? Hehehehe! Oh! Yeah!

Amigo- parceiro: Ederson Zanchetta!

Valeu a construção do termo!

sábado, 27 de dezembro de 2008

BAPHOMET

ESTE É UM DOS SERES QUE HABITAM EM TODOS NÓS
NÃO APENAS A FIGURA DO DIABO (QUE NÃO EXISTE).
É O REFLEXO DO SEU COMPORTAMENTO COM RELAÇÃO AO MEIO EM QUE VIVE E SE MANIFESTA.
BAPHOMET FIGURA DANTESCA QUE NOS ASSUSTA, SER ALERTADOR DAS NOSSAS FALHAS.

MALU FREITAS

Ira dos Poetas



Poema do Adeus


POEMA DO ADEUS

Não te dou adeus, te dou até logo

Por não saber descrever nem dizer adeus

Não posso predizer o amanhã

Mas o hoje quero doar-te ao destino

Ele é sábio, sabedor do tempo

Transforma, retrata, modifica

Sou direta, talvez indiscreta

Se não sabes entender minha linguagem

Não saberá ler meu coração

Nem meus anseios, nem desejos

Talvez nem desejes sabê-los

Uma pena só sabemos sobre alguém

Quando temos que nos separar dos mesmos

Perder no jogo dos relacionamentos

Ganhei no jogo da sabedoria

Que tive em deixar-te

Saber recuar é a arte da guerra

Nem sempre significa perder

Pois bem, desculpa por tudo! Adeus não!

Mais até logo!

MALU FREITAS


Formas Divinais



FORMAS DIVINAIS

A forma divinal do seu corpo
Cada parte dele me excita
Como uma estátua grega
Possui minha mente e traz emoções noturnas
Que me tiram o sono, me fazem molhar os lábios
Com a língua.
Meus olhos comem.
Meus lábios sentem o gosto, que só a mente imagina
Cada saliência, cada pelo, cada curva do peito
Dos músculos rígidos e bronzeados

Me atenho a não olhar, mas não consigo.
Sempre volto a olhar pernas, pés, coxas, nuca
Que insistem em me chamar para as carícias.
Teu peito e tuas costas clamam meu toque.
Teus ombros que parecem se encaixar ao meu abraço

Teus braços na minha cintura
O pescoço um convite a um cheiro só meu.
Rosto que convida a um beijo, lábios úmidos
Que mostram desejo em me ver e me provar.

Olhos que prometem, denunciam suas reservas, seu mistério.
Penetram no meu corpo invadem minha alma
E consomem meu corpo. 
Que tremem ao te ver.
Você provoca suores na minha pele.
Como hipnose fico atenta a cada imagem

Que aparece do homem que passei a endeusar.
Meu tormento no seu corpo. 
Minha loucura, te desejar
Me possuis antes, de me tocar com palavras doces.
E um cheiro que me faz delirar. 

Quero saber mais de você.
Por que adiar? 
Não digas para mim a palavra “NUNCA”
Entrega-te ao meu desejo insaciável mais uma vez.
A loucura da minha paixão.

Volta teus olhos aos meus
E veja as respostas para suas dúvidas
Meu desejo nunca findo, meu amor nunca declarado.
Desarme-se e ame. 
Conheça os segredos de minha alcova.
Deixa-me cuidar de ti. 

Ache o caminho do meu corpo
Como um tesouro secreto.
Roça a tua língua na minha.
Na ânsia de provar o doce sabor da minha paixão.
Me envolva no seu abraço. 
Deixa sentir o perfume do seu peito.
Enrosca tua perna na minha. 
Após o amor sonhe nos meus braços.
Para acordar noutro dia um homem completo e realizado.
Por ser eternamente amado ao meu lado.

MALU FREITAS

Quando o beijo parou o tempo




MASCANDO SEU CIÚMES

MASQUE SEU CIÚME

Se não mascares

Não terás paciência.

Ou se não tiver paciência

Não precisa mascar.

Sentimento pobre que denota

Posse para fins escravizatórios.

Mas não vem com essa de que "tá cuidando".

Hummm! De que e de quem?

Quem cuida de mim, não sente ciúmes.

Pois sabe que o tempo estará sempre á nosso favor

Daremos um jeito de ficar juntos

Seremos um quando estivermos juntos

E quando não estivermos somente o pensamento

Dirá se foi bom, rs.

E se poemas te incomodam

Significa que não estás preparado para mim.

Assim como não estou preparada para lidar com você.

Cospe fora este CIÚME e vem comigo

Seja lá para onde for.


Malu Freitas


quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Sedenta pela Mordida


Sedenta pela Mordida

Pela mordida que darei e para ser mordida

Pelo vampiro que escolhi
Ele tem um olhar penetrante
Que tenta fugir aos meus

Uma abordagem sutil
Uma forma de agir e se comportar fria
Observa o belo num jeito tímido e sarcástico
Estou sentindo seu cheiro a distância
Seu cheiro animal e voraz
Pertencemos ao mesmo clã.

Ao clã dos que curtem novidades
Dos que nunca se habituam com a rotina
Seu jeito morbidamente calado me deixa furiosa
E ao mesmo tempo curiosa em afiar
Meus molares para mordê-lo para sempre

EU SEMPRE O QUIS
EU O QUERO
EU VOU TÊ-LO


Sei que ele sente a mesma curiosidade
Eu sinto o cheiro do seu sangue mesmo frio
Sinto os lábios molharem
E o quanto ele tenta chegar perto
Algo o impede de ser o que ele quer ser
Mais eu cheguei antes nessa conquista
E terei ele antes que ele me tenha
Quem é ele?
Só interessa a Ele
Ele saberá, pois tenho certeza que já sentiu minha presença

Por perto como uma "vampira sedenta" rondando sua mente.
E por mais mórbido que pareça
Tenho certeza que ele irá gostar
Da minha visita ao seu pescoço.


MALU FREITAS


terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Suas respostas


Suas Respostas...

Sim, quero poder escolher meu destino.
Meus amigos, minhas batalhas, meu caminho.
Sim, quero continuar te vendo e acreditando
Que fostes o melhor acaso que já me ocorreu.
Num dos piores momentos da minha história.
Sim, quero ser uma parte do seu dia.
Dos minutos da sua vida, de uma eternidade na sua mente.

Sim
, pretendo estar sempre ao seu lado sempre que possível.
Sim, serei sempre verdadeira e sincera.
Sim, queria muito dar-lhes todos os "sim" necessários
Para te ver realizado, mas nem sempre poderei dar-lhes todos eles.
Então, sim, espero que me entendas!

Malu Freitas
Fotos:Google

Retrato na Arte...


Retrato na Arte

Não é somente um rosto
Nem mesmo uma obra
É uma identidade revelada
Pela arte tão apaixonada
De um autor que não
Deixaste teu nome
Pode ser de qualquer uma
Mais jamais qualquer uma
Poderá ser Ela


Mesmo retratada na arte
Aquela que fora retratada
Não se sente assim, tão perfeita
Mais os olhos do artista
Que pelas suas mãos
Traduz a essência de um ser
Que admira

Retrato na arte
Arte no retrato

Quem irá saber?
Só quem o fez
Num rompante de nostalgia
Presenteou a sua musa
E aquela que o recebeu...

Malu Freitas

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Somente os meus lábios....


Somente meus lábios...

Fazem promessas
Que se cumprirão enquanto tu deixares
Sentirás meus beijos enquanto quiseres
Cantam a celebração do gozo em seus ouvidos
Todas as vezes que desejares
Fala-me aos ouvidos e ouvirei
Beija-me os lábios e te mostrarei
Que promessas podem ser cumpridas
Realizadas sem medo, sem receios
De que acabem
Terão a malícia e a doçura
Aliadas as minhas habituais mordidas
Sem elas jamais existiriam paixões inesquecíveis
Permita-me...Beijar-te
Enquanto vida eu tiver
Enquanto nossa paixão for eterna


Malu Freitas