E quando tudo começou...

domingo, 20 de setembro de 2009

LADRÃO-CAVALHEIRO




Ladrão - Cavalheiro

Roubastes por um tempo
Este nobre coração
Vestido em belas vestes
Ornado em joias de Ônix
Em seus pensamentos 
A arrogância
em sua bela voz
A lábia de um cavalheiro - nobre
Em seus passos cadenciados
Rastros de amor deixou
Mais que não soube como segurar.


Não basta parecer cavalheiro
Tem que ser nobre
Não basta ter intenções
Se não consegue convencer-me
De que és somente meu.


Sua dor é maior que seu amor.
Por isso tentas imaginar
Por onde anda sua dama
Que um dia tentou
Segurar a pulsos fortes.


Ela já não existe mais.
Desapareceu na noite escura.
Levando apenas as lembranças
Das noites encantadas 
Em seu coração.


Malu Freitas

sábado, 19 de setembro de 2009

BANDIDO



 


Bandido


Invadistes minha alma
Com sua alma desgraçada
Bandida. Mundana
E toda minha alma
Fora roubada pela sua incerteza
De amar-me ou não
Todo meu amor te dei
Mais como fugitivo
Fostes embora sem deixar-me
Uma lembrança, apenas uma rosa
Sob a minha alcova
Desgraçado! Tu és!
E no ira de amor e ódio
Bato a porta do meu coração
Que só abrirá para outro amor
Que chegas sem pedir licença em minha vida
Roubando-me de ti
Agora depois caia arrependido aos meus pés
Deixarei ou não que morras seu desgraçado
Mais uma coisa saberá...
Que para ti fui inteira, fiel e perfeita
Tudo que desejou
E que jamais terá de outro alguém.

Malu Freitas

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

A Espiã que te amava...E o Nobre Cavalheiro (Baseado em fatos reais)


A Espiã que te amava... E o Nobre Cavalheiro



Em meu trabalho de espiã, sempre tenho surpresas que podem ser agradáveis ou até mesmo surpreendentes.
Minha viagem a França me trouxe boas recordações...
Me pediram para investigar o caso da jóias perdidas da Marquesa de Bordeaux.
Mais como investigar sua morte se não sabia nada sobre ela?
Decidi ir mais longe...
Conhecer seus descendentes.




Procurei o descendente da 5ª Linhagem direta dos Bordeaux. “Mounsier Léon de Jean Pierre”.
Um jovem muito educado, inteligente, de bons vícios e costumes. Um pouco dado aos galanteios excessivos, porém com muita elegância.
Ele me contara das suas viagens, carreira musical, costumes e até de sua infância falara. Já estivemos no mesmo local na infância, porém não nos encontramos e se isso aconteceu no passado acho que fora em outra vida.
Bom, no princípio achei-o um pouco... “Cheio de si, meio orgulhoso demais de suas condições”, mas depois vi que era egocentrismo mesmo.
Nascemos no mesmo mês, parecíamos concordar com tudo.
Ele me disse que tinha conhecido mestres místicos que o mostrara sua vida anterior e insistia em dizer logo no primeiro encontro que já me conhecia de outra vida e que um dia provaria.
Ri, achei aquilo uma cantada meio que barata, mas gostei – era o que importava.
Ele era realmente muito mais bonito do que nas fotos em que meu chefe tinha mostrado.
Tenho realmente impressão de que seu belo rosto deve ter sido moldado no além para ser uma espécie de “anjo infernal com dotes angelicais”. Um misto de “Don Juan com Casanova”.
Ele mostrou-me as fotos das jóias roubadas e me falou que para conhecer mais a história eu teria que vivenciá-las... Confesso que não entendi.
Então, ele me falou de uma Madame Jordi que nos ajudaria na passagem para um mundo superior.
Não entendi nada, mas como desafio é algo que me instiga... Fui.

Era uma bela casa com belos móveis antigos e dois divãs.
Lembro-me de ter perguntado por que dois divãs, ela mencionou: Viagem A Vidas Passadas.
Ela pediu que sentasse e explicou sobre o assunto e disse que aquela missão tinha muito haver com minhas buscas pessoais. Continuei sem acreditar.
Ela pediu para deitar no divã – ele logo se acomodou no dele. Parecia já entender tudo!
“- Talvez, tenha feito a tal viagem a vidas passadas muitas vezes” – pensei!
De repente com uma voz muito precisa e forte ela me disse que deveria relaxar pensar na energia universal, me concentrar no séc. XVI.
Foi o que fiz. De repente como num passe de mágica já conhecia os lugares e me vi passeando nos arredores do Castelo de Versailles.
Transportei-me. No meu cenário em minha direção vi o Nobre Cavalheiro em outros trajes.
Pareciam trajes antigos, com muitos lenços e sedas, babados, meias de sedas coladas brancas, terno em chantung com bordados a ouro. Um belo traje de época
Um jovem de cabelos compridos acomodados em um penteado parecendo um “rabo de cavalo”. Seus cabelos eram negros e sua pele alva com lindos olhos castanhos. Sua boca muito bem desenhada – seria um convite ao pecado. Mais sua voz completava todo o conjunto junto com sua bela altura num porte elegante. Quando o vi paralisei. Ele muito cortês, me mostrou os jardins de Versailles. Lindos jardins com muitas espécies de plantas e orquídeas diferentes.
Portões de ouro ornavam o castelo e lindos cômodos que nos deixavam bastante á vontade. Ofereceu-me um chá, mas quando cheguei o que realmente tinha eram vinho e uvas de espécies raras. Surpreendi-me pela ousadia. “- Mal conhece uma dama já oferece bebida?” – perguntei. “- Não!” disse ele.“-Mais a ti deu vontade! Sente-se”.
Sentei-me e logo já estávamos amigos, conversamos sobre quase tudo. Ele contou-me seu amor pelas artes, pintura, música (seu forte). Conheceu meu trabalho como romancista. Ficou encantado com poemas escritos e os que, escrevi ao lado dele.
E assim, entre muitos encontros ele mostrou-me sua arte e seus gostos musicais.

Até que um dia...
Ao sair do banheiro do castelo, num pequeno acidente me perdi em meio aos inúmeros cômodos e portas, era noite de lua e houve um problema com uma das luzes que iluminavam o local. Fiquei com medo e ao esbarrar-me com ele, perguntei ao mesmo de que forma iluminaria o local onde estariam as luzes... Não sei como houve um beijo rápido, tão rápido que não pude evitar e mesmo assim algo aconteceu naquele momento que despertou algo que nos aproximou mais e mais.
Já que em muitas de nossas conversas demonstrávamos muita admiração ao trabalho um do outro.


De repente o nosso romance transcendia as portas do castelo, conhecemos muitos lugares até que um dia ele me deu um lindo presente. Uma jóia. Um colar de safira com enormes diamantes e disse-me que era a jóia que uma duquesa alemã tinha ofertado como presente de uma das suas jóias prediletas em sinal de sua grande estima por mim.
Como ele tinha se apaixonado por mim, resolveu dar-me em prova de seu respeito e cordialidade.
Mais com um único pedido...: Desposar-me.
Como um grande sedutor ele me despiu e me possuiu ali mesmo vestida somente naquela linda jóia enfrente ao lago entre o entardecer e a noite enluarada.
“- Case comigo! Logo! Daremos um jeito!” disse-me ele.
Enrubesceu-me a face. Não sabia o que dizer... E o que diria aos meus familiares. Que diria? Que me casaria com o Marques de Bourdeax em Versailles da noite para o dia?
Meu pai não aceitaria, pois tinha me prometido ao Duque de Montgomery.
Só havia uma alternativa...

Fugir!
Fugimos em trajes de camponeses, a jóia seria vendida e passaríamos os restos das nossas vidas vivendo na clandestinidade em uma parte da floresta que ele já conhecia muito bem em suas caçadas.




A TRAMA DE ÓDIO DA DUQUESA ALEMÃ
Tudo daria certo se a duquesa alemã não tivesse uma paixão contida por ele e falou com seu marido o Duque Roger Girard para prender-me por roubo a jóia. Fui presa, encarcerada, torturada, jogada no pântano e num momento de minhas torturas meu corpo já não doía mais, pois meu amor por aquele lorde me anestesiara.
A duquesa se deu por satisfeita em matar-me, continuou com seu duque que depois a matou por ciúmes quando descobriu sua paixão pelo lorde.
O meu lorde ficou sozinho, amargurado e resolveu nunca mais procurar outra dama. Teve muitas amantes, afinal ele era um jovem fascinado por belas mulheres, mas nunca esqueceria sua amada.

DE VOLTA AO PRESENTE
De repente ouço um barulho que vinha de fora da casa em que estávamos e a Madame Jordi que tinha feito a viagem astral me disse: “- Querida acorde! Sua viagem chegou ao final!”
Levantei-me e ele sorria com aquele sorriso nos lábios já esperando a minha resposta.
Falei que estava confusa e que não entendia bem que tinha acontecido...
Então ele disse: “- Não importa onde, quando, nem como estamos eu sempre me lembrarei de ti e guardarei a sua imagem em meu coração já que minha mente ninguém poderá destruir!
Nada, nem ninguém retirariam a saudade, o carinho que tenho por ti.
Por isso, gostaria que ficasse com o que sempre foi seu!”

Abriu a caixa de jóias da família e mostrou-me a jóia perdida.
Pasmem a jóia ao vivo na minha frente. Séculos de história, ela parecia vívida.
Mais sua beleza não trouxe felicidade.
Após vê-la combinei com ele deixá-la sob suas posses ou doá-la ao museu local. Foi o que foi feito.
Hoje a lembrança amarga do nosso amor fiel e doce repousa numa vitrine do museu, já que os dorsos que experimentou inúmeras vezes a mesma não foram felizes.
Voltei muito intrigada com aquela experiência mística, com toda a trama dele em fazer-me conhecer a história de nossos antepassados e de tê-lo hoje como um amigo que me trouxe uma das maiores recordações amorosas e puras da minha vida.

A Saga da "Espiã que te amava" continua no Blog:
http://aespiaqueteamava.blogspot.com/
FOTOS: GOOGLE

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A Espiã que te amava...E o Espião de Muitas Faces.(Baseado em fatos reais)



Espiã que te amava...E o Espião de Muitas Faces.

“- E sempre que puder... Olhe para o céu! Eu estarei por perto!”

Em muitas das minhas missões secretas tenho oportunidades de conhecer, sensíveis, galantes e até ecológicos espiões. Certo dia, precisei partir em viagem portando novas identidades.

A Espiã que carregava agora comigo eram duas e não uma.
Como uma heroína dos quadrinhos, entrei no país a procura de vilões poderosos que logo foram destruídos com ajuda de alguns contatos poderosos. Também fiquei sabendo por um espião muito especial que o meu país estava ameaçado por poderosos vilões. Num instante até pensei que poderia ajudá-los a fazer a justiça com as próprias mãos mais resolvi com a ajuda de um elegante espião o Kent (muito mais o Clark Kent do que qualquer outro!)
Com ele descobri: O Espião de Muitas Faces.
Muito cortês em nosso primeiro encontro pela net ele se propôs a me ajudar mesmo que á distância. Num disfarce de uma jovem bibliotecária consegui todas as informações que precisava para o meu chefe, graças àquele jovem educado. Logo, ele me pediu que se pudesse ajudá-lo, ficaria muito grato. Então, me apresentou outro espião. Um brasileiro por nome de Murilo Yacamin. Ambientalista e se dizia ter o poder se misturar aos elementos da natureza e assim poder controlá-los, além de se comunicar com a natureza atendia pelo pseudônimo de Tupã.
Meu mágico, enigmático e meio xamã. Fisicamente tinha belo porte e tinha olhos cor de mel.
Moreno claro com lindos traços másculos, uns dois centímetro menor que eu com uma postura de um rei. Tupã era muito diferente do que imaginava, pois sua postura era diferente do Kent (sempre muito tímido e cordial). Tupã mais brincalhão e destemido, sempre me falava das belezas Amazônicas da minha própria terra que nunca tinha visto por estar preocupada com outras causas. As Mundiais. Sempre tive o hábito de me envolver em inúmeras atividades ao mesmo tempo, nunca deixando minha arte de lado. Ela me ajudou a escapar de muitas ciladas e até problemas amorosos. Já esta parte da espiã, justiceira, fiscalizadora dos atos maléficos dos humanos sempre fizeram parte de mim.
Não que seja a pessoa imune a erros e defeitos, mas determinadas atitudes dos seres humanos me irritam. Como pedofilia, roubo, disseminação de pragas morais, sociais, psicológicas, além das atitudes terroristas. Sempre esteve no meu sangue meio judeu, a mania de corrigir falhas e preservar os bons costumes aprendidos em família.

Ao encontrar com a determinação de Tupã quis logo saber no que poderia ajudar. Ele tinha em sua alma todos os Quatro Elementos da Natureza para defender as causas socio-ambientais.

E partimos em busca de muitas aventuras uma delas...


A MISSÃO

Criminosos se infiltraram nas tribos dizendo-se missionários, repórteres, assistentes sociais e coisas do tipo.
Na verdade eles queriam roubar artefatos “milagrosos” e “pedras que brilham” (diamantes) que depois de lapidados em laboratórios clandestinos, seguiam em contrabando para Israel, numa conexão com traficantes de pedras e de artefatos espanhóis. Quando Yacamin entrou em contato comigo, pensei em atraí-los para uma emboscada.
Pesquisando cada peça que ele mesmo tinha fotografado previamente em visitas as tribos em minha biblioteca particular, descobri qual seria a conexão correta deste tráfico.
Quem comprava e vendia cada peça que depois sairiam para museus e alguns colecionadores.
Com tudo pronto o dia da missão chegou e mesmo disfarçada entrei com minha equipe de agentes para fazer a prisão ás margens do Rio Negro onde “17 falsos missionários” se preparavam para fazer as próximas vítimas.
Foi apenas dar a voz de prisão eles começaram a trocar tiros com nossa equipe.
Percebi que mesmo recebendo tiros ele corria pela floresta ficando híbrido com plantas e animais.
Fiquei com medo e confusa, pois ele corria e flutuava de forma rápida.
Quando percebi estava na foz do rio sã e salva.
Agradeci a ele e o mesmo me ofereceu levar-me ao meu hotel após a missão concluída.
E na mesma noite...

A SURPRESA




Então, exausta volto ao hotel e na mente uma confusão de informações. Como seria Kent?
Ele me ajudou á distância, mas fora tão presente nos momentos de dificuldade na minha missão pessoal e traduziu as informações enigmáticas deixadas pelo vilão que mais parecia mais o Coringa, quando “Meu Batman” estava tão distante...
Bom, só sei que ao chegar meu telefone toca...
“- Alô... Alô?” Atendi aflita.
“- Oi... Cansada de guerrilhar ou de me espionar?” Disse ele.
Respondi: “- Nunca!” Ainda com a voz rouca pelo frio que fazia e o corpo molhado do banho.
Não saia da minha mente a imagem dele que vira pelo meu computador.
Muito parecido com o Super-Homem, porém ele não tinha a indecisão que era a maior fraqueza do Super-Homem na incerteza diante a Louis Lane: A vacilação.
Muito pelo contrário. Ele era esplendidamente destemido, discreto, simples, elegante, enfático nas palavras.
Então, ele simplesmente abordou-me de forma muito elegante.
“- Se não estiveres cansada gostaria de chamá-la para tomar um vinho no seu quarto. Posso subir?” Não vacilei na resposta queria vê-lo...
“- Sim, claro! E de pronto pensei. “- Será hoje!”Rindo muito claro!
Sequei os cabelos, penteei-me, um batom (nada demais pensei... Ele é simples e elegante).
Esperei com o coração á pulos – Ele era a minha curiosidade.
E logo três batidas na porta silenciaram meus pensamentos.
Abri a porta e vi a sua semelhança com o Super Homem.
Boquiaberta, paralisada fiquei.
Ele sorriu e mesmo por trás dos óculos ele se revelou aquele Kent tão conhecido.
Somente eu saberia desta identidade secreta.
Ele tinha outros segredos não-revelados que eu saberia por ele depois.
Convidei-o para entrar e logo ele me disse:
“- Garota! Que suíte! Você é poderosa mesmo! Tem moral com a agência!” rindo muito. E que sorriso!
Respondi: “- Sente-se vamos conversar um pouco. No telefone você me disse que já me conhecia? De onde?” Meio intrigada e confusa pela sua beleza não perdi a pose. Abordei-o.
Ele disse que me viu na hora em que meu chefe me entregou a missão.
Era o cara de óculos no elevador e que eu não o tinha percebido por trás do jornal.
Muito bem vestido num belo traje social ele entrou, conversou, bebeu e me deixou perdida a cada olhar.

Com seus lindos olhos azuis passeando pelo meu corpo.
Então, veio o silêncio...



Ele me olhou e disse: “- Tenho muitos segredos que você talvez, não saiba por mim, mas saberá pelas minhas atitudes ou meus beijos.“
E de súbito beijou-me!
Um beijo longo e demorado onde ao abrir levemente os olhos, vi o Murilo Yacamin, o Kent, e o Super Homem.


Quase pirei! Seria minha mente, projeção? Não sei.

Só sei que foi lindo e perfeito.
As mãos dele passeando pelo meu corpo. Quando percebi estava nua flutuando pelo quarto com ele em lindas posições de amor naquele corpo alvo, liso, macio, e os olhos dele me pediam mais.
Obedeci a cada comando dele, num jeito romântico e muito erótico que me seduzia a cada momento. Beijando de um jeito que combinavam com as posições que fazíamos.
Beijava minha nuca e descia pelas costas, quadris, costas, puxando levemente meus cabelos.
Suas mãos macias deslizavam pelo meu ventre que logo estremecia em ardores por ele.
Ele sabia como conduzir mesmo tendo aquele corpo imenso (dois metros de altura), de uma forma que quase enlouqueci.
Um cara que nem percebi quando ele colocou o preservativo por estar absorta, mesmo sendo preocupada com minha saúde (nisso devemos ser sempre) nem percebi a tal desenvoltura na ação, pela beleza do momento.


Flutuamos nos amamos, nos beijamos e foi incrivelmente...
Perfeito!



O SEGREDO




Ele precisava ir... Era chegada à hora das revelações, ainda cansada e sonolenta falei:

“- Ei, Kent! Aconteceu uma coisa que gostaria que soubesse. Ao beijar-te vi outro espião e um super-herói!”
Ele riu e disse: “– Este era o segredo! Sou todos eles num só!

Isso só acontece quando beijo uma mulher pela qual me apaixono perdidamente.

Estou apaixonado por você desde que te vi, mas nossos trabalhos nos impedem de estarmos juntos sempre. Então, guardarei você em meu coração e minhas lembranças por toda eternidade.

Tenho certeza que você também irá me guardar.

E sempre que puder... Olhe para o céu! Eu estarei por perto!”
O Murilo Yacamin era tão híbrido que se transformava em todos os super – heróis que desejava.


Além de se transformar em Elementos da Natureza.



Na saída, beijou-me a testa e me deixou uma capa vermelha sob meu corpo nu.
Pensei: "- Nossa! Um Deus... Fiz amor com Deus? Não! Um ser especial."

Um homem comum, com muitas faces...
E um só... CORAÇÃO!


Um homem para proteger a sua própria natureza pode se tornar um ser:
Híbrido


A Saga da "Espiã que te amava" continua no Blog:
http://aespiaqueteamava.blogspot.com/
Malu Freitas
Fotos: Google