E quando tudo começou...

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Minha Forma de Amar...


Amo do jeito que acho certo
Com minhas reservas
Com meus pensamentos
Minha sensualidade mal compreendida
Meus sentimentos em forma de escritos
Sou os quatro elementos unidos em um só.
Não vejo frieza em minhas atitudes
Apenas lucidez mesmo na forma insana
Quando resolvo entrar de cabeça
Nem sempre a piscina está cheia
Bato a cabeça, desmaio e quando acordo novamente
Espero estar viva, apenas com leves sangramentos.
Não assumo compromissos de fachada
Jamais me relacionarei se não existir amor entre ambos
Quando acaba sofro, escrevo, quase morro
Mais penso e logo existo!
Não trato de forma fria os sentimentos alheios
E sei que nenhuma das partes serão vítimas ou culpados
Não me escondo atrás das grades, nem me sinto criminosa, nem tampouco condenada
Criticada sim!
Quem não amou o outro não percebe seu sofrimento. Não amou!
E vejo o sofrimentos quando não há condenações á parte.
Nem sofrimentos de cortes e hematomas
Mais os sofrimentos que buscam observar que nos seus piores dias
Aquela mulher com quem se deitou e te falou verdades
Sofre, chora talvez, não só pelo amor grande perdido.
Mais por muitas razões sobre a qual não poderá dominar, nem aliviar
Um homem que ama não decide pela sua mulher.
Combina com ela como deveria ser melhor para os dois
Acordos verdadeiramente sentimentais nenhum jurídico sabe tentar
São formais demais para saber o que é o amor
Se escondem por trás de suas próprias leis.
Um homem que conhece sua amada saberá o que virá dela
O que se passa com ela e como deverá lidar com ela.
Uma mulher que se sente magoada
Parte em busca de sua auto-condenação, vaga pelas noites
Na busca da sua própria solidão
Para que numa dessas noites
Onde sua alma e seu corpo
Possam se entregar a alguém.
Na esperança possa trazer de volta
A Minha Forma de Amar

MALU FREITAS
FOTOS:GOOGLE

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